O produto já cresceu. Agora cada decisão pesa mais.

Trabalho com empresas que já encontraram tração, mas sentem que crescer ficou mais difícil: cada novo resultado exige mais esforço que o anterior, e parte desse esforço já não vem do produto.

Entro nesse momento, como liderança interna ou parceiro de projeto.

Danilo Campos  ·  15+ anos em produto e growth  ·  fundador do MeuCarrinho (adquirido pelo Buscapé)  ·  ex-Empiricus (+450 mil assinantes)

Produto que cresce passa por um desses momentos.


01

O produto está mais ativo do que nunca.
Mas isso não virou retenção, expansão ou receita.

Ativação melhorou. Engajamento aumentou. Releases saem, o backlog segue cheio. Mas a percepção de valor não acompanhou.

Renovação e expansão continuam acontecendo, só que já não acontecem sozinhas: CS entra mais cedo, desconto vira ferramenta recorrente, e o upsell que o produto deveria gerar naturalmente passou a depender de um processo separado.

Resultado: atividade e entrega crescem mais rápido do que o impacto que geram. O produto já não sustenta o crescimento sozinho.


02

O produto cresce.
Mas as decisões ainda dependem do founder.

O roadmap existe, mas as prioridades mudam toda semana. Demandas estratégicas, comerciais e operacionais disputam atenção ao mesmo tempo. O time entrega. O founder continua sendo o ponto de convergência de quase todas as decisões importantes.

Resultado: a empresa cresce em receita, mas não cresce em capacidade de decidir. Cedo ou tarde, isso vira um teto.


03

O produto funciona.
Mas a empresa está tentando ser muitas coisas ao mesmo tempo.

Novos segmentos entram, novos casos de uso aparecem, e o comercial vende para perfis cada vez mais diferentes. Cada decisão parece fazer sentido isoladamente.

Mas o produto perde foco, o posicionamento enfraquece, e o roadmap tenta atender todo mundo.

Resultado: crescimento sem uma direção clara de mercado.


04

O próximo ciclo exige um produto novo.
Mas a empresa ainda não sabe como lançá-lo.

Há uma oportunidade clara: nova vertical, novo segmento, novo produto adjacente. A empresa tem receita, tem time, tem mercado.

Mas lançar algo novo de dentro de uma operação que já funciona é diferente de otimizar o que existe. Falta alguém para transformar a oportunidade em produto, oferta e primeiros clientes pagantes.

Resultado: a oportunidade existe, mas não vira receita.

Se você se reconhece em alguma dessas situações, o que costuma faltar não é mais time, mais processo ou mais esforço.

O que costuma faltar é alguém responsável por transformar esses sinais em decisões — antes que eles virem churn, estagnação ou perda de foco.

Como trabalho

A forma de atuação muda. O objetivo não.

Dependendo do momento da empresa, isso pode acontecer de duas formas.

Liderança para o próximo ciclo de crescimento

Para empresas que estão crescendo, mas sentem que as decisões ficaram mais difíceis.

Entro para atuar ao lado do founder, CEO e lideranças da empresa, ajudando a:

  • · definir direção e foco para o produto
  • · transformar sinais do negócio em prioridades claras
  • · estruturar e desenvolver a função de produto
  • · alinhar produto, growth e objetivos da empresa
  • · criar capacidade de decisão independente do founder

Posso ser a primeira pessoa de produto da empresa ou entrar numa operação que já existe. O objetivo é construir uma organização capaz de sustentar o crescimento com mais clareza, consistência e autonomia.

Posição contínua e dedicada, com formato definido junto à liderança da empresa.

Parceiro para desafios estratégicos

Para empresas que precisam resolver um problema importante antes que ele limite o próximo ciclo de crescimento.

Problema claro. Escopo definido. Prazo real.

Atuo junto à liderança e ao time para investigar causas, tomar decisões e implementar mudanças em áreas como:

  • · retenção e expansão de receita
  • · monetização e pricing
  • · novos produtos e novas fontes de receita
  • · posicionamento e foco de mercado
  • · ativação, engajamento e adoção

Não entrego um relatório com recomendações.

Permaneço envolvido até que as decisões sejam implementadas, o produto mude e os resultados comecem a aparecer.

Com escopo, entregáveis e prazos definidos antes de começar.

Resultados

Diferentes contextos. O mesmo objetivo: transformar produto em resultado de negócio.

Recuperando mecanismos de crescimento

−70%

churn inicial (30% → 9%)

A aquisição funcionava. O problema acontecia antes do usuário chegar ao momento de valor. Redesenhei ativação, onboarding e entrega inicial de valor.

→ Mais clientes chegando ao valor sem aumentar esforço operacional.

+50%

vendas via app, no primeiro mês após o relançamento

O app tinha audiência, mas contribuía pouco para geração de receita. Redefini a estratégia de freemium com foco no valor percebido pelos assinantes, e relancei o produto.

→ Produto contribuindo diretamente para crescimento de receita.

22x

engajamento dos usuários, em 12 meses

Usuários testavam o produto. Poucos criavam hábito. Redesenhei a experiência com foco em redução de fricção, recorrência e loops de uso, medindo pelo que importava de verdade: itens adicionados e marcados em listas por usuário ativo.

→ Crescimento sustentado por comportamento, não por aquisição.

Criando o próximo ciclo de crescimento

+R$50K

novo MRR (em 3 meses)

Havia tecnologia validada, mas pouca clareza sobre ICP, problema e proposta de valor. Estruturei a oferta, conduzi validações com clientes e lancei um novo produto de visão computacional.

→ Nova receita recorrente em três meses.

37%

de intenção de compra validada em 1 mês

Transformei dados operacionais em uma nova oportunidade de produto usando IA generativa. Validei a proposta com um grupo piloto de 8 clientes através de entrevistas, protótipos e testes concierge: 3 deles pediram, por conta própria, para discutir uma proposta comercial.

→ Interesse comercial validado em um mês.

P&G · Unilever

e 3M como clientes

Construí um motor de recomendação que virou uma nova linha de receita: marcas pagando para terem produtos recomendados aos usuários certos, dentro da experiência que eles já usavam.

→ Nova linha de receita B2B construída em cima do que já existia.

Sobre

O que moldou a forma como eu trabalho

Founder

MeuCarrinho

PM solo do conceito à aquisição pelo Buscapé.

Construí produto, crescimento e operação sem estrutura prévia ou playbook.

Operação

Legurmê

Lancei mais de 30 produtos e construí uma operação nacional do zero.

Aprendi na prática como produto, margem, execução e crescimento se conectam.

Escala

Empiricus

Liderei produto para mais de 450 mil assinantes.

Estruturei times, processos e decisões para sustentar crescimento em larga escala.

Inovação

Cogtive

Transformei novas oportunidades em produtos B2B com IA.

Do conceito à validação e aos primeiros clientes pagantes.

Trabalhei em contextos muito diferentes e, apesar das diferenças, vi o mesmo padrão se repetir.

Produto bom não escala sozinho.

Em algum momento, o crescimento passa a depender menos de novas funcionalidades e mais da qualidade das decisões.

Reconhecer esse padrão e saber o que fazer com ele é o centro do trabalho que eu faço.

Danilo Campos

Para quem faz sentido

Funciona melhor para empresas que já têm:

  • · produto validado, com clientes pagando
  • · crescimento real, e a sensação de que sustentar esse crescimento está ficando mais difícil
  • · uma decisão de produto importante a ser tomada (ou uma função de produto que precisa ser estruturada)

Não é o caminho certo se você

  • · ainda está buscando product-market fit
  • · quer um playbook genérico
  • · não está disposto a mudar o que não está funcionando

Quer conversar sobre o seu momento? É só preencher abaixo.

Sem pitch. Sem processo de vendas. Você fala, eu escuto, e decidimos juntos se faz sentido seguir.

O que melhor descreve o seu momento?